quinta-feira, 30 de setembro de 2010
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
DO TER
Tiffany and Company, New York, 1874-
Tenho minhas palavras
-
De resto
ao que venho nada tenho
esteja por vir ou de antanho
-
Minhas palavras
meu lenho
esperançoso lastro
tamanho
-
The Silver Swan
-
Jaime Latino Ferreira
Estoril, 29 de Setembro de 2010
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
DO SER
-
Sejas lá quem fores
quem és tu mais do que eu
-
Sê-lo-ás
-
Demonstra-mo então já que eu
dando-me e expondo-me assim
neste reflexo para lá das águas
desde há muito
como fortaleza mais o comprovo ser
-
-
Jaime Latino Ferreira
Estoril, 27 de Setembro de 2010
sábado, 25 de setembro de 2010
DA LIBERDADE
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
DO MILITAR
As minhas palavrassão o meu exército
-
A convicção
a minha estratégia
-
E a resiliência que dia a dia me acompanha
a táctica que faz estiolar murados e cavadas trincheiras
-
Ária-
Jaime Latino Ferreira
Estoril, 23 de Setembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
PORQUÊS
( JLF )
-
Porquê este silêncio que sempre se instala no melindre das questões por mim levantadas?
De certa forma, na pergunta aqui feita, pelo melindre a que acresço a ousadia ou ingenuidade (!?), dirão alguns, já estou a responder à pergunta inicialmente feita ...
Mas, na plena posse do meu como do Vosso discernimentos, já imaginastes, em tese e por um ainda que breve momento, o que seria se apenas um, um cidadão e por estes meios, pacíficos, persistentes e resilientes, dando-se assim a sufragar, a avaliar-se publicamente viesse a conquistar, melhor, seduzir o poder do mundo?
O poder democrático do mundo?
Assim e de mãos nuas?
Sem tropas de choque, quaisquer tropas de choque a seu reboque?
De certa forma, na pergunta aqui feita, pelo melindre a que acresço a ousadia ou ingenuidade (!?), dirão alguns, já estou a responder à pergunta inicialmente feita ...
Mas, na plena posse do meu como do Vosso discernimentos, já imaginastes, em tese e por um ainda que breve momento, o que seria se apenas um, um cidadão e por estes meios, pacíficos, persistentes e resilientes, dando-se assim a sufragar, a avaliar-se publicamente viesse a conquistar, melhor, seduzir o poder do mundo?
O poder democrático do mundo?
Assim e de mãos nuas?
Sem tropas de choque, quaisquer tropas de choque a seu reboque?
Sem cunhas nem favores?
E fundamentando todo o seu percurso?
Num, para mais, expresso e formal compromisso!?
Voluntária e por mão própria de há muito escrito?
Sim, porque será bom que não se escamoteie tudo, mesmo tudo o que me conduziu até aqui, até chegar a esta síntese poética que não cai assim do céu e se sustenta em toda a doutrina em aberto por mim, de então para cá, desenvolvida?
E que a este blogue, repito, em muito o ultrapassa já, no espaço e no tempo da escrita que transcorre a irromper das prateleiras?
Sim, porquê este silêncio e como interpretá-lo?
Dizei-me então:
Porquê este silêncio?
Para mais, indo eu ao encontro do discurso institucional e das angústias e perplexidades por este recorrentemente levantadas?
E fundamentando todo o seu percurso?
Num, para mais, expresso e formal compromisso!?
Voluntária e por mão própria de há muito escrito?
Sim, porque será bom que não se escamoteie tudo, mesmo tudo o que me conduziu até aqui, até chegar a esta síntese poética que não cai assim do céu e se sustenta em toda a doutrina em aberto por mim, de então para cá, desenvolvida?
E que a este blogue, repito, em muito o ultrapassa já, no espaço e no tempo da escrita que transcorre a irromper das prateleiras?
Sim, porquê este silêncio e como interpretá-lo?
Dizei-me então:
Porquê este silêncio?
Para mais, indo eu ao encontro do discurso institucional e das angústias e perplexidades por este recorrentemente levantadas?
E que aos seus destinatários os interpela?
Bastando, para isso, a ele estar atento e a não tomá-lo, na sua carga simbólica, por mera retórica?
Estar-me-á, esse silêncio, a conceder o benefício da dúvida?
Não terei eu o legítimo direito a ele?
E instalando-se, o silêncio, não me estará ele a dar passagem?
Dizei-me uma vez mais:
Porquê este silêncio?
Permanecendo então instalado não terei eu, como os demais que pelo mérito se afirmam, direito, pleno direito ao reconhecimento?
Dizei-me pois:
Porquê este silêncio?
Que direito Vos assiste em, pela eventual omissão, persistirdes em me escamotear, omitir e quando não, a ostracizar?
Não será, quantas vezes (!?), disso mesmo que se trata?
E, já agora, que direito me assiste em passar sem pedir licença e sem dela, do direito a passar ter o expresso e formal consentimento?
Bastando, para isso, a ele estar atento e a não tomá-lo, na sua carga simbólica, por mera retórica?
Estar-me-á, esse silêncio, a conceder o benefício da dúvida?
Não terei eu o legítimo direito a ele?
E instalando-se, o silêncio, não me estará ele a dar passagem?
Dizei-me uma vez mais:
Porquê este silêncio?
Permanecendo então instalado não terei eu, como os demais que pelo mérito se afirmam, direito, pleno direito ao reconhecimento?
Dizei-me pois:
Porquê este silêncio?
Que direito Vos assiste em, pela eventual omissão, persistirdes em me escamotear, omitir e quando não, a ostracizar?
Não será, quantas vezes (!?), disso mesmo que se trata?
E, já agora, que direito me assiste em passar sem pedir licença e sem dela, do direito a passar ter o expresso e formal consentimento?
É tudo uma questão de Educação, pedir passagem, dar passagem, responder e reconhecer ...!
Bem como saber esperar ...!
E não tenho sabido esperar!?
Porquê este silêncio?
Porquê este silêncio?
-
aos destinatários que persistem em à minha Obra não responder expressa e formalmente bem como àqueles que insistem em omiti-la e em escamoteá-la
-
Iluminada Fantasia
-
Jaime Latino Ferreira
Estoril, 21 de Setembro de 2010
aos destinatários que persistem em à minha Obra não responder expressa e formalmente bem como àqueles que insistem em omiti-la e em escamoteá-la
-
Iluminada Fantasia
-
Jaime Latino Ferreira
Estoril, 21 de Setembro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
GLOBAL
o perdão é o ornamento da coragem-
Imperador
imper actor
imprescindível plural
aquele que por seus meios
se distingue no real
-
Realidade frontal
que instila e potencia
institucional
democrático
representação fulcral
-
Que a este o reanima
da cidadania central
sem a qual
resta afinal
a força do bestial
-
Sem a qual
espinha dorsal
se impõe
o ter total
antónimo de Ser global
-
Que ao um no zero Real
reconcilia em sinal
de vibração
percutida
da sombra até ao astral
-
também à imagem de Gandhi, nos mais de vinte e um anos de resiliência pacífica que aqui, pela musicalidade feita de actos e de palavras, neste meu blogue, se expõem na continuidade do que vem de trás, congruente e inamovivelmente empenhado desde muito antes do seu início
-
... we had enough of wars ...
( Rula Dashti )
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