Jorge Feteira, SubmergedVou de uma ponta à outra do espectro:
Da compatibilidade com os mercados à indignação com os mesmos que dos países e dos cidadãos fazem objecto da especulação e do lucro num quadro que, muitas vezes e com fundamento, é descrito como de economia de casino;
Da insustentabilidade de se continuar a viver acima das possibilidades ao insustentável de, em permanência, se frustrarem as expectativas criadas cavando a desconfiança e o fosso que à política a distancia e afasta, cada vez mais, do cidadão comum pondo em cheque a própria Democracia;
Da salvaguarda do sonho e do primado da Política aos incontornáveis ditames da economia, aos constrangimentos que não podem ser mais escamoteados e que não se compadecem com visões a curto prazo, nem com agendas imediatas;
Da relação da Política com a Arte, desta com a Literatura, a arte de bem escrever e destas com a matemática, ao imperativo dos números que no espaço e no tempo, na sua relatividade, se expandem como a música intrinsecamente o sugere, comprova e demonstra;
Da comunhão da palavra com esta última e, logo também, com a poética;
Da religião à filosofia e de ambas à vida concreta sem a qual tudo se esfuma em generalidades, em banalidades sem eco e de imprevisíveis consequências;
Do rame-rame na sistemática repulsa de por ele me deixar paralisar ou sufocar à expectativa que, como neste meu blogue se comprova, não paro de alimentar;
Da compatibilisação das dimensões que a vida tem, na recusa de por elas me deixar espartilhar;
Da compatibilidade com os mercados à indignação com os mesmos que dos países e dos cidadãos fazem objecto da especulação e do lucro num quadro que, muitas vezes e com fundamento, é descrito como de economia de casino;
Da insustentabilidade de se continuar a viver acima das possibilidades ao insustentável de, em permanência, se frustrarem as expectativas criadas cavando a desconfiança e o fosso que à política a distancia e afasta, cada vez mais, do cidadão comum pondo em cheque a própria Democracia;
Da salvaguarda do sonho e do primado da Política aos incontornáveis ditames da economia, aos constrangimentos que não podem ser mais escamoteados e que não se compadecem com visões a curto prazo, nem com agendas imediatas;
Da relação da Política com a Arte, desta com a Literatura, a arte de bem escrever e destas com a matemática, ao imperativo dos números que no espaço e no tempo, na sua relatividade, se expandem como a música intrinsecamente o sugere, comprova e demonstra;
Da comunhão da palavra com esta última e, logo também, com a poética;
Da religião à filosofia e de ambas à vida concreta sem a qual tudo se esfuma em generalidades, em banalidades sem eco e de imprevisíveis consequências;
Do rame-rame na sistemática repulsa de por ele me deixar paralisar ou sufocar à expectativa que, como neste meu blogue se comprova, não paro de alimentar;
Da compatibilisação das dimensões que a vida tem, na recusa de por elas me deixar espartilhar;
De como, tudo isto, é impossível de resumir a soundbites ou a agendas de circunstância sempre superficiais e redutoras;
De uma ponta à outra da meada e de como dela revelo, fotográfico, instantâneo, o Buraco que, afinal, não é assim tão negro como o pintam, não o pode ser (!), ou de como se recusam a encará-lo;
E, finalmente, de como, determinado, persisto nesta minha rota que tracei!
De uma ponta à outra da meada e de como dela revelo, fotográfico, instantâneo, o Buraco que, afinal, não é assim tão negro como o pintam, não o pode ser (!), ou de como se recusam a encará-lo;
E, finalmente, de como, determinado, persisto nesta minha rota que tracei!
de acordo com agências noticiosas, ao ser publicamente admitido pelo Presidente Hu Jintao na Sua visita oficial aos Estados Unidos da América, que a República Popular da China, em matéria de direitos humanos, tem ainda um longo caminho a percorrer






