O terror sofreu uma pesada baixa simbólica com a morte de Bin Laden.
Quando, a 11 de Setembro de 2001, este se tornou globalmente conhecido, todos nos sentimos atingidos e independentemente de sermos ou não americanos ...
... ou todos nos sentimos americanos!
... ou todos nos sentimos americanos!
Todos nos sentimos por ele feridos e manietados e independentemente das nossas crenças, culturas ou ideais.
Todos nos sentimos amputados na nossa capacidade de amar, reféns que dele nos colocou e virando-nos uns contra os outros, no inominável do terror perpetrado e que na sequência deste atentado, em réplicas sucessivas, com muitos outros nos atingiu em vagas anestesiantes e inqualificáveis.
O terror sofreu uma pesada baixa simbólica!
Mas não nos equivoquemos:
Com ele foi aberta uma nova era de meandros subterrâneos, sinuosos e mutantes, sempre prontos a virarem-nos uns contra os outros e a subverterem, fragilizando-os, os alicerces da convivência democrática, cosmopolita e global.
O subterrâneo do seu território privilegiado de acção é aquele que tenta subverter a soberania individual e que dela, não fora pouco (!), apenas se destrinça pelos meios utilizados, meios esses que fazem a diferença no reconhecimento do singular e susceptíveis de ao terror o poderem neutralizar.
Neutralizar sim porque não se pense que este, o terror, pode ser eliminado!
Escrevo, entenda-se (!), sobre a neutralização política e não logística do terror!
Escrevo, entenda-se (!), sobre a neutralização política e não logística do terror!
Pensar de outra maneira seria desarmarmo-nos na luta desigual que contra ele travamos …
Com a morte de Bin Laden o terror sofreu uma pesada baixa simbólica!
declaração oficial do Presidente Obama
Jaime Latino Ferreira
Estoril, 2 de Maio de 2011






