sexta-feira, 5 de junho de 2009
quinta-feira, 4 de junho de 2009
EU E A VIDA
http://www.youtube.com/watch?v=1nzXGHqI_zQ 
O TRÁGICO
Quantas tragédias se passam, diariamente, no Mundo e não são reportadas!? 
quarta-feira, 3 de junho de 2009
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PULSAR II
http://www.youtube.com/watch?v=vUL69b4jTEU 
El Greco, Coroação da Virgem
terça-feira, 2 de junho de 2009
HEMICICLO DE ESTRELAS
Já que a Europa constitui a melhor almofada para a crise não permitis que Ela seja sequestrada pela abstenção
A Europa, enquanto entidade política e que tem vindo a afirmar-se por avanços e recuos desde o final da Segunda Guerra Mundial, podereis duvidar mas o facto é que tem permitido que este contexto geográfico, o espaço europeu, conturbadíssimo ao longo de toda a sua história, há mais de sessenta anos se vá, progressivamente, impondo como lugar onde a Paz se vai consolidando.
Onde à saciedade e na diversidade de culturas que à Europa a caracterizam, se demonstra que tal é possível!
A Paz acontece porque na Europa, tendencial e nomeadamente através do Parlamento Europeu, os nacionalismos se vão exorcizando!
Uma coisa são as culturas nacionais e que adquirem personalidade através das línguas que as formatam, em que a Europa é rica e mais ainda neste quadro maior de afirmação identitária e comum, outra os nacionalismos ou as disputas territoriais, geográficas que apenas toldam os juízos pelo sentimento de posse que suscitam e que impede, sempre impediu a convivência pacífica e solidária entre e em prol dos povos.
Na entidade política a que se chama União Europeia e paradoxalmente, as línguas nativas encontram um quadro propício à sua afirmação e logo também as Culturas e, em simultâneo, as fronteiras físicas esbatem-se na construção de pontes que a esses nacionalismos serôdios os diluem na constatação universal e única do género humano.
Por isso, as eleições para o Parlamento Europeu têm tudo a ver com cada um de nós, e logo a começar, porque não há bem mais precioso do que o da Paz!
E, assim sendo, as perspectivas de abstenção que se vaticinam constituem o mais paradoxal de todos os sinais, no egoísmo desmemoriado da História que pela negativa, em si mesma, simboliza e em que a cidadania não se revê.
Por isso, votai, votai em massa e em quem ou como quiserdes mas votai, afirmando-Vos como Cidadãos deste espaço maior ao encontro humanizado de um só mundo e já que a União e a Paz fazem e são a nossa maior, mais preciosa riqueza.
Nossa, da Humanidade!
O concerto das nações é unânime em proclamar que, tal como a música, a Europa é factor de universalização.
Votai!
http://www.youtube.com/watch?v=bU681o8BlZs
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segunda-feira, 1 de junho de 2009
SEM PÁGINAS DE UMA ARTE
VI- O FUTURO RADIOSO-
Atravessado que foi o século da criança em que esta passou de objecto de mais ou menos valor ao estatuto de Pessoa com direitos, em que Pais, Pediatras, Pedopsiquiatras, Psicólogos, Educadores e uma quantidade infinita de técnicos se debruça, estuda, disseca, vira e revira a condição infantil, sabemos que é sobre elas, crianças, que continuam a cair as maldições dos feiticeiros, a maior parte das vezes encarnados na pessoa de quem as deveria proteger de todo o mal.
Os laços de ternura, são então substituídos por cordas que apertam, que mutilam e que chegam a matar.
As crianças são protegidas, se os adultos se sentirem seguros, são amadas, se os adultos souberem amar, são felizes, se os adultos forem felizes.
Clamar pelos direitos das crianças é lutar pelos direitos da Humanidade e se tal não for feito, os dias comemorativos são papel celofane a embrulhar equívocos.
Durante trinta anos trabalhei ao lado e do lado das crianças, não estive sozinha e esta página é uma homenagem a todos os que não perderam o seu coração de criança, aos que ainda sonham com fábricas de chocolate e que se derretem com uma canção de embalar.

Estoril, 1 de Junho de 2009




